Gabriel García Márquez (1927-2014)

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Este é um dia triste para mim. Para todos os amantes da literatura. Da Literatura, assim, com letra grande. Já se sabia, esta era uma morte anunciada, mas é triste saber que partiu o maior contador de histórias de todos os tempos. Gabriel García Márquez morreu e este é um dia triste por isso. É o meu escritor favorito – e não digo isto hoje, por ter morrido. Digo-o desde que o descobri, aos dezasseis ou dezassete anos. Hoje o mundo ficou mais pobre.

O jornal El Espectador tem um extenso dossier sobre García Márquez, que foi galardoado com o Prémio Nobel da Literatura em 1982.

Em reacção à sua morte, disse hoje o presidente da Colombia: “Mil anos de solidão e tristeza pela morte do maior colombiano de todos os tempos!”

Escreveu romances, novelas, crónicas, contos, e a autobiografia mais deliciosa que jamais li: “Viver para Contá-la”. Estão lá todos os seus livros.

Permitam-me apenas alguns títulos, os primeiros que me vêm à memória e que migrarão ainda hoje para a minha mesinha de cabeceira, para reler:

O Amor nos Tempos de Cólera

Cem Anos de Solidão

Doze Contos Peregrinos

Do Amor e Outros Demónios

Memória das Minhas Putas Tristes

A Incrível e Triste História da Cândida Eréndira e da sua Avó Desalmada

Os Funerais da Mamã Grande

Olhos de Cão Azul

Crónica de uma Morte Anunciada

A Revoada

A Hora Má

O General no seu Labirinto

Ninguém Escreve ao Coronel

O Outono do Patriarca

Notícia de um Sequestro

Relato de um Náufrago

 

São apenas alguns. Faltam aqui tantos.

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