A primeira ida à biblioteca

Eis o resultado da nossa expedição à Biblioteca Municipal Raul Brandão:

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Aceitam-se apostas: quem escolheu o quê?

Pois… não dá muito que pensar…

Que fascínio! Tantos livros! E um desabafo que me encheu de baba: Aqui há mais livros do que em casa… É que é mesmo a primeira vez que lhes acontece entrar num sítio onde há mais livros do que cá em casa.

Numa nota mais prática: a peqena trouxe livros que a fascinaram e que, sobretudo no caso do Homem-aranha, já não deve ser possível encontrar na livraria.

A grande trouxe um das Tea Sisters que procurava há muito, mas que ninguém tinha para emprestare custa à volta de oito euros. Ao outro , tive-o na mão ontem, na Fnac. Estava em promoção, tinha desconto de 40%. O preço de capa era €8,80. Poupei um pedaço, digam lá.

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A menina que detestava livros

Vídeo

Como explicar que filho de peixe não queira nadar?
Os pais de Mina gostam mito de ler. Estão sempre a comprar livros novos, que se amontoam um pouco por toda a casa. Mina tem imensos livros, que os pais lhe foram dando, ao longo dos anos, mas que ela se recusa a ler. Mina detesta livros. Até que um dia… porque tudo é sempre até que um dia e, nisto dos livros, esse dia é aquele em que se descobre que os livros são portas para lugares mágicos, para seres extraordinários e para experiências inesquecíveis. O caso de Mina não deixa de ser uma reacção ao tempo infindável que os pais passam a ler – um aspecto sobre o qual devemos meditar.
Este filme é sempre um dos preferidos dos meus alunos, mas como eu gosto sempre mais de livros, ofereço-lhes o conto. Se quiserem, já sabem: é só dizer e envio por mail.

A prenda de fim-de-ano

Chegaram as férias. As da grande são oficiais, estão consagradas no calendário escolar. As da pequena são oficiosas, estão indexadas às da irmã. O que vale ter uma avó sempre desejosa de ver as meninas livres da “prisão”…

Uma teve boas notas, tem sempre. A outra não tem notas, mas traz todas as boas informações que poderíamos desejar, portanto…

Portanto é-me muito difícil resistir à tentação de as encher de prendas. Deve acontecer com todas as mães. Por mim, se não dou muitas prendas todos os dias é por causa do exagero, não só dos presentes em si, mas também do dinheiro que tal representaria.

Estes dias, pus-me a pensar e era preciso decidir. Um jogo, com que brinquem neste Verão tão tímido. Um brinquedo. Uma boneca nova. Há sempre a hipótese de um livro, que faz as delícias tanto de uma como da outra. Mas já temos tantos em casa. E a mais velha já está na fase em que os lê uma vez e depois disso já são repetidos. Nunca foi tempo de gastar dinheiro à toa, mas nos dias que correm ainda menos. E o dinheiro gasto em livros é tudo menos “à toa”, mas… Uma boa prenda seria tempo passado com elas, sem relógio nem Internet nem telemóvel. Mas para as minhas férias a sério ainda falta. Depois vão ser prolongadas, mas isso é outra coisa. E não é agora.

Decidi que merecem tudo isto. Porque merecem. E então, para cada uma, arranjei um Cartão da Biblioteca. O presente mais barato, aquele cujo valor é inestimável. Trouxe três: um para cada uma.

E então é onde passaremos hoje a tarde. Na Biblioteca Municipal Raul Brandão, aqui em Guimarães.

Ou não. Não sabemos onde os livros nos levarão…

cartão biblioteca